Brincadeiras ao ar livre
por Luiza Prigenzi em 18/02/09 às 14:53
Soube aqui que o livro “A Descoberta do Brincar”, de Maria Angela Barbato, é uma obra-pesquisa patrocinada pela Unilever para contextualizar e dar suporte quantitativo e qualitativo aos estudos sobre “o brincar” no Brasil.
Alguém sabe onde posso encontrá-lo? Sam, você sabe? (Sam, eu mudei o blog anterior para cá, para o meu próprio domínio e hospedagem.)
No fundo gosto da adrenalina de São Paulo, cidade grande, mas algumas vezes eu sonho com uma vida diferente. Sonho que vivo em uma cidade mais tranquila, onde o tempo está mais a nosso favor. Gosto de pensar em tardes ensolaradas sentada em uma espreguiçadeira com meu filho brincando ao meu lado. Imagino um Golden Retriever fazendo artes junto de nós. Depois os três saem a caminhar. Mas então eu acordo. Vem aquele sentimento resultante da pressão da luta do dia a dia e lá se vão espreguiçadeira e caminhada. Não sei se fico o tempo necessário dedicada à brincadeiras ao ar livre com meu filho. Acredito que não, eu sei que não. Como o meu escritório é em casa, tenho certeza que ele me sente dividida entre ele e o computador. O tema me inspirou a repensar, repensar o que quero para meu filho e para mim mesma.

Isis
20/02/09
Brincar ao ar livre não tem comparação. Dia desses levei uns parentes - crianças - para o parque. Eles disseram que andar de bicicleta na grama é mil vezes melhor que ficar no computador… E olhe que são viciadinhos na internet. Beijos
Luiza Prigenzi
03/03/09
É verdade Isis, as crianças percebem as diferenças se criamos as oportunidades. Neste Carnaval a alegria do meu filho, que é fã do PlayStation e de alguns poucos joguinhos no computador que eu permito que ele acesse, foi a descoberta da rede no alpendre da casa de praia onde ficamos. Uma coisa tão simples mas que o encantou tanto.
Fiquei muito feliz com sua visita aqui no blog!
beijos
nicolas
30/09/09
EH MUITU LEGAL